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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Luto nos restaurantes


Movimento Empresarial da Restauração:  https://www.facebook.com/movimento.restaurantes



ESTAMOS DE LUTO!

NAS ÚLTIMAS 72 HORAS, SUICIDARAM-SE MAIS DOIS EMPRESÁRIOS DA RESTAURAÇÃO, A ENGROSSAR OS NÚMEROS DE SUICÍDIO NESTE SECTOR, POIS JÁ LÁ VÃO NOVE EM APENAS TRÊS MESES!

MUITOS OUTROS, DIGO DEZENAS DE EMPRESÁRIOS ESTÃO A MORRER POR DOENÇAS DERIVADAS DE DEPRESSÕES PROFUNDAS, STRESS ENTRE OUTRAS!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Olha, arranjaram mais uma maneira de sacar dinheiro, que imaginação fecunda!

fonte: Jornal de Negócios

Bruxelas poderá multar países com taxas de desemprego acima dos 10%
07 Novembro 2011 | 16:20, Sara Antunes - saraantunes@negocios.pt

Bruxelas quer regras para corrigir desequilíbrios financeiros e macroeconómicos entre os membros da União Europeia. As multas podem ascender a 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Em causa estão indicadores como o desemprego, o défice e o endividamento.


As regras não serão para ser cumpridas para já, nem os países terão de se ajustarem de um dia para o outro. Mas terão de cumprir com alguns valores e terão um determinado prazo para o fazerem.

O “El Mundo” noticia que Espanha poderá ser multada em mil milhões de euros devido ao seu elevado nível de desemprego. Tudo porque a União Europeia quer criar regras para corrigir os desequilíbrios existentes entre os estados-membros e sancionar os que não cumprirem.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Se todos pagam mais, porque é que os patrões pagam menos?


A Taxa Social Única (TSU) - ou seja, as contribuições para a Segurança Social feitas pelas entidades empregadoras - tem sido tema repetido neste período que nos leva até às eleições de domingo (...) porque se confirma que o memorando das contrapartidas do empréstimo com o FMI e UE prevê a "redução significativa" da Taxa Social Única.
Taxa Social Única, mas sobre o que verdadeiramente interessa

Ver também: Taxa Social Única: alguém me explica o que é?
A Taxa Social Única, como se costuma chamar, é a contribuição dos patrões para a Segurança Social.
A Segurança Social tem de fazer face a enormes compromissos que tem com aqueles que já trabalharam ou com os que ainda trabalham, designadamente, pagando pensões (velhice, invalidez, etc.), subsídios de desemprego e outras prestações sociais.Os patrões contribuem com 23,75% sobre o salário do seu empregado e esse trabalhador contribui com 11%.

Governo acordou redução "significativa" da taxa social única com a troika
Tal como já acontecia na versão preliminar do memorando assinado com o FMI, escreve-se que a redução da TSU poderá ser compensada através de uma mudança na estrutura ou nas taxas do IVA, cortes adicionais de despesa ou aumento de outros impostos que não tenham um efeito adverso sobre a competitividade.

Ou seja, pagaremos todos mais - enquanto os patrões pagam menos!...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Na hora do IRS, escolher a quem dar

Uma parte dos impostos que pagamos destina-se a subsidiar instituições de utilidade pública. É claro que depois de pagos e recolhidos no bolo do erário público, sabe-se lá para onde vai o dinheiro. Apesar de tudo, os contribuintes podem optar por consignar 0,5 por cento do valor liquidado em sede de IRS para fins religiosos, de beneficência ou de assistência humanitária. Não pagamos mais imposto por destinarmos 0,5% dele a uma instituição de utilidade pública. Simplesmente escolhemos o destino de 0,5% do nosso IRS. 

É muito fácil! Quando estiver a preencher a declaração de IRS (seja em papel ou online) deve colocar no Anexo H (Benefícios Fiscais e Deduções), no Quadro 9 (que se encontra no seu verso), Campo 901 o NIPC (Número de Identificação de Pessoa Colectiva) da entidade que quer beneficiar. É só isto!

Eis alguns exemplos de entidades a quem destinar pagamento do IRS: 
Amnistia Internacional
ILGA Portugal
Liga Portuguesa Contra o Cancro

A Lei n.º 16/2001 de 22 de Junho prescreve no artigo 32.º o seguinte: “Uma quota equivalente a 0,5% do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares, liquidado com base nas declarações anuais, pode ser destinada pelo contribuinte, para fins religiosos ou de beneficência (...)” ou “a favor de uma pessoa colectiva de utilidade pública de fins de beneficência ou de assistência ou humanitários ou de uma instituição particular de solidariedade social, que indicará na sua declaração de rendimentos”.

Contribuintes deram 13,4 milhões de IRS a instituições de solidariedade

terça-feira, 29 de março de 2011

Eles comem tudo (2)


Recebido por email:

UM
Em cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho,
o Estado, e muito bem,
tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para a Segurança Social.

DOIS
O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho,
é obrigado a dar ao Estado, e muito bem,
mais 23,75 euros para a Segurança Social.

TRÊS
E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo,
o Estado, e muito bem,
retira ao meu patrão outros 33 euros.

QUATRO
Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu patrão pagou,
o Estado, e muito bem,
fica com 23 euros para si.

Em resumo:
- Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55.
- Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 23.
- Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33.
- Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus negócios ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase metade das verbas envolvidas no caso.

Eu pago e acho muito bem, portanto exijo:
Um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro.
Emprego para os meus filhos.
Serviços de saúde exemplares.
Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa.
Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país.
Auto-estradas sem portagens.
Pontes que não caiam.
Tribunais com capacidade para decidir processos em menos dum ano.
Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos.
Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida.
Jardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros.
Polícia eficiente e equipada.
Os monumentos do meu País bem conservados e abertos ao público, uma orquestra sinfónica.
Filmes criados em Portugal.
E, no mínimo, que não haja um único caso de fome e miséria nesta terra.

Conclusão:
Na pior das hipóteses, cada 300 euros em circulação em Portugal garantem ao Estado 100 euros de receita.
Portanto, Sr. Primeiro-ministro,
governe-se com o dinheirinho que lhe dou
porque eu quero e tenho direito a tudo isto.

Assina: Um contribuinte português. 

P.S: Meus amigos... Este é seguramente um email que todos temos a obrigação
de fazer passar... Eu acabo de fazer a minha parte.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Antes livre que precário

A precariedade tornou-se uma praga do mundo laboral de hoje. Os falsos recibos verdes libertam os empregadores de responsabilidades e fazem recair o pagamento de taxas e impostos sobre os trabalhadores ditos independentes. Os patrões têm a faca e o queijo na mão e usam a arma da instabilidade laboral como forma de pressão sobre os trabalhadores, fazendo-os sentir a ameaça do desemprego e facilitando despedimentos arbitrários. Se não conseguirmos que as leis laborais defendam os trabalhadores, é caso para pensar que mais vale passar à margem da lei e entrar na economia paralela.

Mas haverá vantagens de trabalhar no mercado negro em vez de ser precário? 
Vejamos as hipóteses:

1. Com um contrato: se o salário é 1000, o patrão paga ainda 23,75% de Segurança Social (ou seja, 1237,5 no total) e o empregado desconta dos 1000, 11% para SS e ainda 9% de IRS, ou seja, 20%, portanto recebe líquidos 800. Assim, o estado ganha 437,75 no total.

2. Se isto for a recibos verdes: o patrão paga só 1000 e o trabalhador "independente" desconta 29,6% para a SS*, mais 9% para IRS, ou seja, 386 no total, e restam-lhe 614. Se tiver que cobrar IVA, o patrão paga mais 23%, ou seja, no total 1230. Se 80% dos rendimentos do trabalhador dependerem desse empregador, o patrão tem que pagar uma pequena taxa de 5% à SS. O Estado recebe 621.

*mas na prática os cálculos são mais complicados, como se pode ver em: 
http://www.precariosinflexiveis.org/
 ;  http://fartosdestesrecibosverdes.blogspot.com/2011/01/1000-transformam-se-em-578.html ; http://www1.seg-social.pt/preview_documentos.asp?r=22643&m=PDF

3
. Se for no mercado negro: o salário é 1000, o patrão paga 750 e guarda 25% para pagar IRC sobre o “lucro” correspondente; o empregado recebe 750, não passa recibo nem paga IRS nem SS. O estado recebe apenas 250.