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domingo, 30 de junho de 2013

8 mentiras convenientes



Para todos aqueles que andam baralhados com as opiniões e afirmações e contra-informações acerca da destruição, em 25 de Junho 2013, da Horta do Monte (ou Hortas da Cerca da Graça) pela Câmara Municipal de Lisboa, aqui fica, ponto por ponto, o rebatimento das «8 verdades inconvenientes» que o arquitecto paisagista Duarte d'Araújo da Mata elabora acerca deste "processo virtuoso" (nas suas palavras), acusando os hortelãos expulsos e agredidos de "campanha difamatória". O leitor decida pois quem é difamatório, demagogo e desonesto.

1 - DAM dixit: «1 - A área alvo de limpeza durante o dia de ontem vão ser hortas urbanas públicas e todos os hortelãos que costumavam utilizar aquele terreno foram convidados a nelas participar»

Sob o manto dúbio da expressão «hortas urbanas públicas», Duarte d'Araújo Mata esconde e baralha coisas muito diferentes: 1) que as hortas a atribuir pela CML serão arrendadas, portanto não serão públicas; 2) que as hortas destruídas esta semana eram de dois tipos: individuais e comunitária; 3) que os hortelãos da horta comunitária não foram convidados, mas obrigados a aceitar as condições impostas pela CML (e a prova é que, querendo dialogar e negociar as condições dadas, não foram recebidos e foram simplesmente espoliados dos seus direitos).

2 - DAM dixit: «A empreeitada em curso insere-se na criação da maior zona verde do centro histórico de Lisboa, projecto que foi aprovado em reunião de Câmara e como tal esteve em consulta pública, e que garante em definitivo a perpetuação das hortas urbanas naquele espaço, integradas num miradouro de uso público e que integra uma rede de água e abrigos comunitários para arrumos, tudo reivindicações de todos»;

É falso que o projecto «garante em definitivo a perpetuação das hortas urbanas naquele espaço», pois elas acabam de ser destruídas (a menos que o autor entenda que as 20 árvores de fruto arrancadas são ressuscitáveis); é falso que o projecto responda às «reivindicações de todos», quando a maior parte desses "todos" foi expoliada dos seus bens (primeiro pelos cortes sucessivos de água, e depois com destruição dos depósitos de água, dos bancos construídos, das árvores, das couves, etc. etc.) e por fim do direito a tomar parte nas negociações.

3 - É verdade e ninguém nega que «O processo envolveu pelo menos 2 reuniões com todos os ocupantes, e o grupo que se queixa de não ter sido ouvido, veio a 2 reuniões, onde estavam todos os hortelãos que são, por isso mesmo, disso testemunhas». Mas...

4 - DAM dixit: «A argumentação que gerou discórdia é simples: o grupo não aceita qualquer alteração daquele espaço que entendem ser deles. Daí em diante resolver faltar às reuniões convocadas pelo próprio Vereador Sá Fernandes.» 

Ao contrário do que DAM afirma, o grupo da horta comunitária sempre se mostrou aberto a negociar as condições de reconfiguração do espaço - e continua aberto - tendo apenas faltada a UMA terceira reunião, por ter sido convocado na véspera à tarde da reunião na manhã seguinte, sem terem podido dar resposta imediata.

5 -  DAM dixit: « A discussão do projecto envolve grandes talhões de hortas, com cerca de 90m2, em espaços terraceados de forma a contrariar o declive do terreno. É esta compartimentação do terreno que não cabe no conceito do grupo comunitário que entende ser direito seu a ocupação de terrenos municipais, vedá-los, enche-los de lixo e rejeitar toda a qualquer proposta de discussão. Sim, o espaço nos últimos tempos era uma lixeira e já não tinha culturas. Consulte-se as fotos e o abaixo-assinado de quase 500 pessoas circulava entre os moradores das redondezas. Dá-me ideia de que se prefere ouvir este grupo do que ouvir os moradores ou os outros hortelãos.»

É certo que a compartimentação (e arrendamento) dos espaços hortículas individuais não corresponde exactamente ao conceito de horta comunitária, aberta a todos e gratuita para todos; os hortelãos da horta comunitária defendem uma utilização do espaço democrática e aberta , e não vedada, como afirma DAM. Portanto, dizer que eles invocam o direito de «vedá-los, enche-los de lixo e rejeitar toda a qualquer proposta de discussão» é uma falsidade total. Também é falso que o espaço estivesse cheio de lixo; as imagens que DAM afixa são imagens da limpeza após a destruição: as paletes serviam para fazer socalcos em terreno íngreme e para outras construções, como compostores.

É um facto que o grupo comunitário «entende ser direito seu a ocupação de terrenos municipais» (e a Lei dos Baldios dá-lhes esse direito).

Existem de facto dois abaixo-assinados: um pela preservação da Horta do Monte, outro surgido recentemente que defende a destruição de uma horta alheia porque acham que é feia; ou seja, uns defendem o direito a fazer crescer comida e outros, sem ninguém os prejudicar, pretendem retirar direitos àqueles. Ao declarar a sua preferência, cada um define que espécie de pessoa é.

6 - É certo que «À excepção deles, os outros hortelãos no local aderiram ao projecto, havendo uma pessoa que não quer continuar, por decisão própria». Será que isso autoriza a Câmara a desprezar as excepções que manifestaram desacordo?

7 - DAM dixit: Com o diálogo extremado, notificaram-se todos os ocupantes para sairem do terreno. Essa notificação foi feita a este grupo que, a partir desse momento, preferiu agarrar-se a todas as questões legais como sejam considerar que a carta assinada não era "uma notificação como deve ser" ou que as reuniões que tiveram foi com pessoas que "não conheciam o processo". Este grupo, não sendo legalmente constituído e não tendo morada registada, foi também notificado por e-mail.

É falso que o diálogo se tenha extremado (nem depois da carga policial!). Os hortelãos da Horta do Monte continuaram e continuam à espera de ser recebidos pelo vereador Sá Fernandes, que lhes recusa resposta. Se Câmara não respeita os processos legais de notificação, quem respeitará? Pode admitir-se que uma instituição pública actue fora da lei? Se a lei (não) serve para defender os interesses e direitos dos cidadãos, que outro modo de defesa poderão eles usar? O grupo não precisa de ser "legalmente constituído" para ter direitos, são pessoas que utilizaram um baldio para fins agrícolas e com isso adquiriram direitos suficientes perante a lei.

8 - DAM dixit: «Ontem a empreeitada implicou a primeira tarefa: limpeza do terreno. Apesar disso o Vereador Sá Fernandes insiste em poder falar com o grupo e tentar uma solução de compromisso no novo espaço.

O senhor Duarte d'Araújo Mata, que já trabalhou (ou trabalha ainda?) na Câmara Municipal de Lisboa, afirma que foi feita a "limpeza" do terreno; o uso do termo limpeza como eufemismo de destruição mostra o nível de demagogia de quem o profere. Se, como diz, «o Vereador Sá Fernandes insiste em poder falar com o grupo e tentar uma solução de compromisso no novo espaço» (o grupo não confirmou tal publicamente, pelo contrário), então o compromisso deveria ter sido negociado antes de destruírem tudo e batido nas pessoas que estavam a fotografar.

Aqui é que surge uma grande perplexidade: a que propósito a Polícia Municipal acha que pode bater nas pessoas?

9 - Para responder ainda às perplexidades (ou pouca inteligência) de DAM:

DAM dixit:  «a) Pode um grupo defender a vida comunitária e a liberdade e ao mesmo tempo recusar todas as regras da vida em comunidade, quando estas não lhes convêm?»

A) O grupo que "defende a vida comunitária e a liberdade" não recusa regras nenhumas e continua na expectativa de negociar com a Câmara.

DAM dixit:  b) Faz sentido que se defenda a ausência de regulamentação para os espaços, mas em seguida alegar que as notificações e outros passos processuais associados à limpeza do terreno não cumpram supostamente as regras legais?

B) O grupo não "defende a ausência de regulamentação", mas considera que essa regulamentação não deve ser imposta de cima para baixo, nem deve fugir ao cumprimento da lei.

c) Pode uma autarquia promover a qualificação de um espaço muito degradado, ainda para mais somando à legitimidade democrática, a vontade dos moradores e a concordância da Junta de Freguesia?

C) A autarquia ao destruir várias hortas produtivas não está a qualificar nada; nem tem, por via do voto, legitimidade para ignorar o diálogo com os cidadãos, nem para lhes destruir bens, nem para lhes bater; nem pode invocar a vontade de uns moradores contra os outros - só pode, nestas circunstâncias, negociar entre as partes para chegar a um compromisso, o que o vereador Sá Fernandes, do alto da sua autocracia, se recusou até agora a fazer.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Natal 2012



Mensagem no facebook do

Gosta desta Página · há 10 horas 

Estados Unidos: 89 armas cada 100 personas

La masacre en una escuela primaria en Connecticut, en la que murieron 27 personas a manos de un pistolero, reactivó el debate sobre el uso de armas en Estados Unidos, un país de 315 millones de habitantes donde existen 300 millones de armas.

sábado, 23 de junho de 2012

A máfia da Mouraria


A caça aos centros sociais começou :

A da Barbuda suspende a programação por tempo indeterminado
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Para quem não sabe, aqui vão os factos que conduziram a este encerramento anunciado em baixo:

1º - O espaço alternativo Severa (também conhecido por Da Barbuda, alcunha ao que se sabe da mãe da fadista Severa) abriu legalmente há cerca de 2 anos num dos largos mais emblemáticos da Mouraria (Largo da Severa).
2º - A Mouraria é um dos bairros lisboetas mais conotados com o fado e que, por via da candidatura deste a Património da Humanidade, iniciou há meses um processo de "revitalização" urbanística. Estes processos conduzem normalmente a uma gentrificação do local revitalizado, com a inerente disponibilização de novas casas e lojas destinadas a famílias e consumidores com maior poder económico.
3º - A Mouraria é também um bairro onde a economia subterrânea (ou paralela) derivada do comércio de drogas sustenta muitas famílias locais.
4º - Os midia anunciam para o passado dia 9 Junho a visita à Mouraria de Cavaco Silva e do presidente da câmara António Costa e esposas. Ao mesmo tempo, a presidente da junta de freguesia do Socorro (à qual pertence a Mouraria), eleita pelo Partido Socialista, afirma para os midia que a visita não vai ser estragada pelo “bando de anarquistas que estão no Largo da Severa”.
5º - Durante a semana anterior à visita, funcionários camarários procedem à limpeza e pintura de todas as paredes com grafittis, inclusive a parede do espaço Severa onde estava um texto sobre a ideologia subjacente à política urbanística da cidade. A Mouraria, e sobretudo o Largo da Severa, passa a ser alvo de controlo policial apertado.
6º - O principal dealer local (um indivíduo conhecido por Nando) afirma que foi convidado para jantar pelo chefe da polícia e que lhe foi prometido um "lugar de relevo" (esta afirmação vale o que vale).
7º - Pouco antes da visita, pessoas do espaço Severa ainda pintam uma simples frase na parede, frase que é apagada pelo próprios dealers locais e outros moradores já com ameaças.
8º - Durante a visita é facilmente constatável que a segurança presidencial é feita pelos dealers locais devidamente identificados e vestidos a rigor. Quando a visita chega ao Largo da Severa, e após a audição de fados e discursos oficiais, o espaço Severa começa a emitir um discurso de Salazar e a célebre música pimba "Ai se te pego".
9º - Após a visita, dealers e moradores dirigem-se à Severa com ameaças e insultos, havendo os primeiros confrontos físicos. É dito claramente que "após as festas, no final de Junho, vamos correr com vocês".
10º - No sábado seguinte, dia 16 Junho, já estava programado para o espaço Severa um concerto seguido de jantar benefit. A meio da tarde, uma moradora veio dizer que a música tinha de parar quando passasse a marcha, o que foi aceite. Logo a seguir, outro morador veio ao espaço dizer que ia fazer queixa à polícia por causa do barulho. Saliente-se que o concerto decorria com as portas fechadas, pelo que o barulho que chegava ao largo era mínimo, para além de serem 7 da tarde.
11º - Após a passagem da referida marcha, um grupo numeroso de dealers e moradores, chefiado pelo Nando, dirige-se ao espaço com ameaças e aparentemente decidido a expulsar todos os que ali estavam. Registam-se alguns confrontos físicos. A situação degrada-se bastante. Alguém chama a polícia. Todas as pessoas afectas ao espaço são retiradas sob protecção policial.
12º - Não houve facadas na viela (à boa maneira fadista), mas muito provavelmente o poder autárquico, aliado ao poder económico dominante no bairro, deram uma facada num espaço alternativo que estava a ser incómodo.

A da Barbuda suspende a programação por tempo indeterminado

Lamentamos informar que a da Barbuda vai suspender a programação e fechar as portas por tempo indeterminado.
(do facebook
site: dabarbuda.blogspot.pt

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Câmara Policial da Amadora

 «Hoje, quinta feira 21 de Junho, pelas 10h moradores e moradoras do Bairro de Santa Filomena (Amadora) dirigiram-se pacificamente à Câmara Municipal de Amadora para entregar uma carta ao cuidado do Presidente da Câmara Municipal da Amadora (EM ANEXO). Chegamos lá, tiramos a senha para ser entendidos/as e depois de ler e assinarmos a carta o nosso objectivo era entregá-la aos/às funcionários/as da Câmara para que ela fosse remetida ao Presidente. Mal entramos, completamente pacificamente, como qualquer cidadão ou cidadã deve poder entrar na sua câmara municipal e ser atendido/a, foi incompreensivelmente chamada a policia municipal que veio em massa. Somente estávamos à espera da nossa vez para entregar a carta assinada por nós. Ainda assim, tendo em conta o contigente policial, à medida que tinhamos assinado a carta , fomos saindo do edifício e a polícia, depois de ter feito um cordão policial , hostilizou os moradores e moradoras e perante o pedido de calma à polícia por parte de uma pessoa que integra a Plataforma pelo Direito à Habitação , explicando que somente queriamos entregar uma carta , um agente policial agrediu-a violentemente, estando ela neste momento ainda no hospital. A polícia agrediu igualmente um repórter que estava a documentar e retiraram-lhe o cartão de memoria que continha mais fotos e video das agressões. Depois disso acontecer os/as moradores/as manifestaram-se em frente à Camara aguardando que um morador que foi detido fosse libertado, que a colega que foi agredida fosse atendida pelo INEM e levada para o hospital e que nos deixassem entregar a Carta endereçada ao presidente da Câmara.
A actuação da policia municipal foi completamente injustifícável e viola os nossos mais elementares direitos.
Enviamos em anexo as únicas fotos que foram tiradas por um morador desde seu telemóvel (foto em anexo), mostrando a agressão , bem como a carta que foi entregue.

Os/as moradores/as do Bairro de Santa Filomena
Plataforma pelo Direito à Habitação»

Directo na SIC aos 15'24": http://sicnoticias.sapo.pt/programas/primeirojornal/article1619662.ece 
Reportagem no Jornal da Noite aos 22'18": http://sicnoticias.sapo.pt/programas/jornaldanoite/article1620835.ece

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Novo delito: "excesso de palavras"

E eu que pensava que dizer palavras nunca podia ser delito, de acordo com o Artigo 37º da Constituição que protege a Liberdade de Expressão. Também sempre ouvi dizer que "insultos ficam com quem os profere", mas nem foi o caso aparentemente. Terá sido "desrespeito à autoridade"? E quando é que autoridade respeitará os cidadãos?
«Esta manhã o edifício SÃO LÁZARO 94 foi acordado pela violência policial e arbitrariedade da CML. Sem qualquer aviso, a Polícia Municipal apoiada pela PSP arrombou a porta, expulsou os ocupantes, roubou todo o material, espancou várias pessoas já na rua.
Uma das primeiras pessoas a ser detida foi o advogado de SL94, que se identificou com tal antes de qualquer diálogo com a polícia. Acrescente-se que outra rapariga foi espancada já no chão e lhe foi recusada o porte da bomba asmática pessoal em plena crise respiratória. Foram detidas quatro pessoas e o advogado será levado a tribunal esta tarde por “excesso de palavras”. Está muita coisa por esclarecer e detalhar, mas a visão geral de momento é de um rol de ilegalidades que começam na Vereadora Helena Roseta e terminam nas forças polícias.»
Afinal, que democracia é esta? Parece, sim, uma policiocracia.

Ler o resto da novela em http://saolazaro94.blogspot.pt/ e em http://www.cidadaosporlisboa.org/

O poder dá mesmo a volta à cabeça

Como é que havendo uma providência cautelar que impede o despejo dos ocupantes da casa da Rua de São Lázaro 94, a Polícia Municipal, que depende da Câmara Municipal de Lisboa, que tem um executivo socialista, se permite desobedecer ao tribunal e expulsar pela violência e prender cidadãos que não prejudicaram ninguém?



Ah sim, porque entretanto, em resposta à providência cautelar, a Vereadora da Habitação fez saber que interpusera uma "Resolução Fundamentada" no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa - o que lhe dá o direito de tomar posse do edifício. Mas não lhes dá o direito de tratar à bruta as pessoas, nem de as desocupar sem aviso prévio.

São métodos de demonstrar quem manda e dizer aos cidadãos de Lisboa que aqui não há equidade. Quem pode manda, quem tem força abusa.



Despejo: Ocupas da Rua de São Lázaro invadiram instalações da Câmara de Lisboa
31.05.2012 - 12:54 Por Ana Henriques, Marisa Soares

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Somos todos jovens

Jovem a ser despejado das imediações da Escola da Fontinha onde um projecto de animação social e cultural ocupa e educa as crianças de rua de um bairro pobre no Porto:



Vejam também esta reportagem da TVI e em particular o depoimento da "jovem" entrevistada:

Fontinha: directo do local: http://www.tvi24.iol.pt/videos/video/13613563/1

Mais:

sexta-feira, 23 de março de 2012

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Prepotência em Cádiz



Trabalhadoras da empresa Limasa são expulsas da assembleia municipal de Cádiz, por ordem da "alcaide"  Teofila Martinez, tendo sofrido contusões e desmaios. A Câmara não paga à empresa, a empresa não paga às trabalhadoras, logo a Câmara expulsa as trabalhadoras! Que futuro nos espera?

sábado, 22 de outubro de 2011

Grécia à beira da guerra civil ?



As Parliament prepared for a crucial vote on additional austerity measures — including the most drastic cuts and reforms so far — renewed violence broke out on the streets of Athens. Without the vote, the Papandreou government would not have received the next installment of its EU/IMF bailout package and would have gone bankrupt next month.
Ler mais >>

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A indignação cresce


A polícia esvazia e ocupa as praças, expulsa e agride as pessoas, tira-lhes o direito de manifestação. A multidão é pacífica e luta pelos mais elementares direitos humanos. O governo responde com violência policial.  Foto daqui: http://roarmag.org/2011/08/the-three-day-battle-for-puerta-del-sol-in-pictures/

Por cá, o pasquim Público, para não dizerem que há censura, dá uma noticiazinha há 2 dias em jeito de resumo dos últimos 2 meses e meio. Mas só na versão online, porque no jornal em papel tá quieto!

Portugueses, fiquem em casa a ver as notícias e tenham muito medo e nem se atrevam a protestar por vos estarem a roubar o dinheiro ganho com o vosso suor e a vossa liberdade e a democracia, não não, tá quieto!

O fascismo tal e qual igual

Mais de 20 feridos numa carga policial contra os indignados no centro de Madrid

Los manifestantes protestaban frente al Ministerio del Interior por el cierre de Sol

Al menos seis personas han resultado heridas de diversa consideración en una carga policial contra una manifestación espontánea del 15-M frente a la sede del Ministerio del Interior, en el centro de Madrid, en protesta por el cierre de la Puerta del Sol, símbolo del movimiento, según han informado a RTVE.es los servicios de emergencia.

http://www.rtve.es/noticias/20110804/menos-seis-heridos-carga-policia-contra-indignados-centro-madrid/452337.shtml

actualização: http://www.facebook.com/democraciarealya/posts/252856574743756

terça-feira, 5 de julho de 2011

O regresso do fascismo

Em Espanha - usando a mesma táctica da polícia grega: o cordão policial - a polícia ataca cidadãos indefesos e pacifistas - por se reunirem e manifestarem nas ruas? Isto tem um nome conhecido: fascismo (ou haverá outro?)

(vídeo aqui. http://yfrog.com/jlaidz)

En una manifestación improvisada
La Policía carga contra los indignados

Se han detenido a dos personas y han realizado cuatro cargas contra un grupo de manifestantes del movimiento 15-M

http://www.diariodemallorca.es/mallorca/2011/07/04/policia-carga-indignados/684001.html

sábado, 2 de julho de 2011

A luta continua na Grécia

Depois da forte repressão policial de dia 29, os gregos voltaram à praça Sintagma no dia seguinte.

Flirting with Death
I have covered conflicts of protestors and police in various places around the world outside Greece, such as in Argentina, Italy, Bolivia, and Mexico. However, what I lived through and recorded along with my co-workers yesterday Wednesday 29/6 at Syntagma, surpasses all limits in savagery.


DON’T SHOCK….IT’S THE REALITY OF GREECE TODAY

by DISORDERISTI on 30/06/2011 · 11 COMMENTS





Carregado Por  EM de junho a 30 de 2011
"Praça cheia de novo hoje. A polícia ataca com a polícia e grupos DIAS & DELTA últimos dois dias trouxeram o efeito oposto, mais uma vez encheu a praça com os cidadãos indignados. Um legítimo, mas os efeitos colaterais potencialmente perigosos desses ataques era chamar a ira de muitos indignados pela polícia política. Então, na frente dos trilhos e para a polícia e os policiais se reúnem toda a retórica amarga e com raiva, especialmente durante o motim ter escapado." (tradução automática do google)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Crise e anti-crise

Enquanto nas ruas se combate, a bolsa vai ganhando:


Grécia dá a Lisboa a terceira melhor sessão do ano 

Económico - ‎Há 4 horas‎
Aprovação de mais austeridade na Grécia impulsionou praças europeias. Galp, Jerónimo Martins e banca animaram Lisboa. O principal índice português, o PSI20, avançou hoje 2,25% para 7.108,41 pontos, naquele que foi o terceiro melhor desempenho deste ano ...


Grécia incendiada pela violência [vídeos e fotogaleria] 

Sol - ‎Há 3 horas‎
A violência tem sido crescente no acompanhamento da crise política na Grécia. No dia em que foi aprovado no Parlamento um novo pacote de medidas de austeridade, os protestos ea revolta nas ruas de Atenas foi notório, e os confrontos com as autoridades 

e o sol brilha no Algarve:

Crise na Grécia desvia turistas. Hotéis no Algarve quase esgotados 

Diário de Notícias - Lisboa - ‎Há 7 horas‎
Pedro Lopes, administrador do Grupo Pestana, confirma ocupações inéditas "entre 85 e 90% para Julho e Setembro". "Ingleses, alemães, holandeses e suecos" estão a escolher o Algarve para evitar destinos conturbados como o Egipto, a Tunísia ea Grécia.

Sintagma (2)

Notícias actualizadas aqui:
http://www.guardian.co.uk/world/blog/2011/jun/29/greece-austerity-vote-demonstrations


Batalha campal entre revoltados e polícia, em directo aqui: http://www.xodrobizeli.gr/2011/05/livestream_25.html