Mostrar mensagens com a etiqueta vigilância. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vigilância. Mostrar todas as mensagens

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Big Brother implementado para todos


Em 22 de Abril 2012, o Sol noticiava:
O número de câmaras de vídeo espalhadas pelas ruas do país deverá aumentar nos próximos meses graças à nova lei de videovigilância, que entrou em vigor no final de Março.
Muitos autarcas vão aproveitar o diploma – que passou a atribuir ao ministro da Administração Interna o poder exclusivo de autorizar a aplicação de sistemas de videovigilância, em detrimento da Comissão de Protecção de Dados (CNPD), cujo parecer deixou de ser vinculativo – para tentar fazer aprovar projectos que, nalguns casos, já tinham sido apreciados e chumbados por aquela Comissão. 
Em Lisboa, António Costa terá feito a terceira proposta – após o chumbo das anteriores – para introduzir videovigilância em ruas que vão da Praça da Figueira ao Intendente. Já no Bairro Alto, a empreitada é outra. «As 27 câmaras – que funcionarão entre as 22 horas e as sete da manhã – terão de ser desligadas ao fim de seis meses, uma vez que foi esse o período experimental autorizado há dois anos pelo parecer da CNPD» (Sol). Agora, com as nova lei, bastará autorização (que se prevê garantida) do MAI.

Há pouco mais de um ano, a TVI noticiava que «a Autarquia de Lisboa continuava a aguardar autorização para avançar com o sistema na Baixa», avançando que «o Governo vai alterar a lei da videovigilância, transformando-a numa lei de vídeo protecção».

O plano de vigilância para o Bairro Alto, aprovado em Dezembro de 2009 (ver JN), a coberto do Plano Nacional de Videovigilância (criado em 2005) que permite aos municípios de instalar câmaras em locais de risco elevado de criminalidade, só agora deverá sair do papel, com a instalação de 23 câmaras até Abril (Público, 16 de Fevereiro 2013).

A Lei 1/2005, de 10 de Janeiro, enquadra este tipo de vigilância, explicou ao DN Clara Guerra, da Comissão Nacional de Protecção de Dados Pessoais (CNPD). Em 2006, a instalação de sistemas de videovigilância na via pública carecia de um primeiro parecer do Ministério da Administração Interna. No caso de receber luz verde, seguia depois para a CNDP, que tinha parecer vinculativo.

O recurso à videovigilância disparou nos últimos anos em Portugal. Nos primeiros nove meses de 2006, a CNDP recebeu 1455 notificações de videovigilância por parte do sector privado e público.

«Lá fora, Londres é uma das cidades mais vigiadas, estimando-se que exista uma câmara para cada 14 pessoas. Os vídeos permitiram identificar os autores dos atentados de 7 de Julho e o recurso a esta tecnologia é considerado pelas autoridades vital na luta contra o crime» (via Cidadania Lx).

Contudo, já em Setembro de 2009, a propósito da notícia dada em campanha eleitoral para a Câmara Municipal de Lisboa, o Vigia assinalava a inutilidade destes sistemas de vigilância:
No Reino Unido depois de gastos mais de £500Milhões de Libras, as mais de 1 milhão de câmaras (o artigo da BBC umas vezes fala em 1000 outras fala em“million-plus cameras in London”; outro artigo fala em 4,2Milhões) espalhadas pela cidade de Londres muito raramente ajudam a resolver qualquer crime e muito menos a apanhar os criminosos (ver 1,000 cameras 'solve one crime').
Pelo sim pelo não, impõe-se o temor da vigilância, passamos a andar todos cabisbaixos, e alguém faz um excelente negócio de venda, manutenção e arquivo vídeo a custas do contribuinte, ora bem.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ética das gravações de vídeo

Por que é que as gravações vídeo da polícia são ilegítimas e as dos cidadãos não são?



A diferença é que a polícia usa esses registos para uso privativo e para exercer coacção sobre os cidadãos limitanto o seu direito de manifestação; enquanto os cidadãos usam as gravações vídeo para as tornar públicas e acessíveis a toda a gente e para defender o nosso direito à liberdade.

Contra a vigilância policial é preciso activar a vigilância cidadã.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Vem aí a nova PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado)

A coberto dos "crimes informáticos" dos Anónimos - que são activistas políticos e não meros ladrões ou bandidos - a Europa impõe a vigilância informática, pela qual perderemos o direito à privacidade... E sabe-se lá quem é que eles vão investigar e considerar inoportuno...

fonte: DN

CIBERCRIME
Portugal obrigado a ter equipa contra crimes informáticos
Hoje



A Europa quer que, em 2012, todos os Estados membros tenham equipas capazes de combater ataques nas redes da Internet.

Os países da União Europeia são cada vez mais dependentes das suas redes informáticas. Por isso, estão também cada vez mais vulneráveis a ataques de hackers. E a ameaça é real, como ficou demonstrado pelos ataques recentemente ocorridos em Portugal contra instituições como o Ministério da Administração Interna, o Parlamento e o Banco de Portugal. Perante esta ameaça, a Comissão Europeia quer que todos os Estados membros constituam no próximo ano equipas capazes de intervir numa situação de emergência em que se verifique um ataque de piratas das redes.

sábado, 3 de dezembro de 2011

O mundo sob escuta

fonte: UOL

Wikileaks: governos fazem espionagem em massa de celulares e computadores
02/12/2011 - 10h37 / Atualizada 02/12/2011 - 20h05


Wikileaks divulgou 'mapa da espionagem', com empresas fariam interceptação de dados

O site Wikileaks divulgou nesta quinta-feira (1) um sistema de espionagem em massa realizado por governos de diversos países em telefones celulares, computadores e também nos perfis de redes sociais de seus cidadãos. A prática, diz o documento, é adotada por ao menos 25 nações (entre elas o Brasil) por intermédio de 160 empresas de inteligência.

“Na prática, essa indústria [de espionagem] não é regulamentada. Agências de inteligências, forças militares e autoridades policiais podem, de forma silenciosa, em massa e secretamente, interceptar ligações e controlar computadores sem a ajuda ou conhecimento de empresas de telecomunicações. A localização física do usuário pode ser traçada se ele tiver um telefone celular, mesmo que o aparelho esteja em stand by”, afirma o documento do Wikileaks.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Vem aí o gigabrother

Uma aplicação que permite identificar os amigos numa multidão através do facebook.

Recebido por email:
«Esta é uma foto tirada  (...) no Canadá. Pode ver, perfeitamente, os rostos de todos os indivíduos, separadamente, um por um. E há milhares deles ! Privacidade ?  Pense só nos recursos tecnológicos que a polícia e os militares têm à sua disposição.»
http://www.gigapixel.com/image/gigapan-canucks-g7v2.html

«Coloque o cursor em qualquer parte da multidão e clique duas vezes. Mantenha o duplo clique e veja
o que acontece.»


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

Censura no facebook?

Fui censurada ontem à noite no facebook, isto é, impediram-me de postar durante 15 dias por eu estar a pôr links nos murais de meia dúzia de sítios, especificamente o link de um dos dois artigos que hoje saiu no jornal I: http://www.ionline.pt/conteudo/142968-crise-houve-paises-em-que-divida-foi-suspensa-e-nao-caiu-o-carmo-e-trindade; quando me preparava para meter no mural da acampadalisboa este outro link: http://www.ionline.pt/conteudo/142960-movimentos-sociais-querem-acordar-consciencias-adormecidas, apareceu-me a proibição dizendo que:
We've noticed that your account has been posting spam and irrelevant content on Facebook Pages. Because of this, your ability to post on Page walls has been suspended for 15 days.
If you continue to post spam after this block has been lifted, your account could be permanently disabled. 
E só me deixam voltar a entrar se disser que concordo! mas eu não concordo, não estava a fazer spam, estava a partilhar informação em murais de "comunidades" onde esse é o tipo de participação corrente e esperado...
Procurei no google a mesma frase e apenas encontrei 6 resultados, todos recentes. No fórum do facebook, alguém reclama que
"It's particularly aggravating because nothing I've posted has been spam or irrelevant, yet I am constantly seeing ridiculous and irrelevant get-rich-quick scam spam. I know it's incredibly hard to get hold of anyone who works for Facebook but I am really hoping there's some sort of appeal process for this kind of situation. I have been posting to a large number of page walls - but not spam and not irrelevant. Is there a way to contact Facebook and appeal this decision?" 

Ficou sem resposta até agora, e eu, para lhe responder - através do facebook - a dizer que o mesmo me aconteceu, terei que dizer que concordo com a proibição feita... e sujeitar-me a consequências desconhecidas...

Outro caso individual é este: Giulia Bertaccini

Também a página Eyes Wide Open News - contra a censura dos media - aparece na pesquisa que fiz, mas não encontrei lá qualquer informação ou comentário acerca do caso...

Outro caso individual - em nome de Auston/Janice - foi o que encontrei reportado através da página FB Libyan Youth Movement. Eis os comentários que se seguem:

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Big Brother is watching you (2)



Tecnologias de reconhecimento facial desafiam limites da privacidade
03.08.2011 - 11:59 Por PÚBLICO
«É possível que dentro de pouco tempo qualquer pessoa possa ser sujeita a um controlo de reconhecimento facial, não apenas por parte das autoridades mas por parte de qualquer pessoa munida de um smartphone. (...) De acordo com a “The Economist”, tudo isto ajuda a explicar as preocupações em torno dos softwares de reconhecimento facial nos quais o Google e o Facebook estão tão interessados. Ambas as empresas têm adquirido nos últimos tempos firmas especializadas neste campo.»
http://www.publico.pt/Tecnologia/tecnologias-de-reconhecimento-facial-desafiam-limites-da-privacidade_1505992?all=1

domingo, 7 de agosto de 2011

Big Brother is watching you


Saúde: Há risco de fuga de informação

Governo controla os dados clínicos

O Governo vai criar uma base de dados informática que irá incluir a informação clínica dos portugueses. Os dados serão partilhados entre os Ministérios da Saúde, Finanças, Solidariedade e Segurança Social, e ainda pela Administração Central dos Sistemas de Saúde (ACSS), organismo que trata das questões financeiras da Saúde.

"A base de dados, que precisa de autorização da Comissão Nacional da Protecção de Dados, estará na origem do pagamento diferenciado das taxas moderadoras segundo o rendimento das pessoas."