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domingo, 2 de dezembro de 2012

Em defesa da natureza



A Reserva Faia Brava é a primeira e única Área Protegida Privada em Portugal, gerida pela Associação Transumância e Natureza (ATN), entidade sem fins lucrativos criada em 2000 em Figueira de Castelo Rodrigo, distrito da Guarda.



Também no facebook: https://www.facebook.com/faiabrava

A RESERVA DA FAIA BRAVA, ZPE do vale do Côa (concelhos de Figueira de Castelo Rodrigo e Pinhel) engloba um dos núcleos nacionais mais importantes de aves rupícolas e abrange parte da mancha de sobreiros mais extensa do Distrito da Guarda
Missão: Conservar, valorizar, conhecer e divulgar o património natural do Nordeste de Portugal, pela via da sustentabilidade e com a participação da comunidade, através da gestão e da protecção de áreas naturais.

quarta-feira, 28 de março de 2012

A nova Lei das Sementes


Contornos e contorções da nova ‘Lei das Sementes’
A Comissão Europeia (CE) está a preparar a chamada “Lei das Sementes”, na forma de um Regulamento da União Europeia, que contrariamente às Directivas (que podem ir sendo implementadas pelos Estados-Membros ao ritmo e sabor de cada um), tem força de lei imediata e sobrepõe-se à qualquer legislação nacional que entre em conflito com o Regulamento.

Ler mais >> http://gaia.org.pt/node/15877

sexta-feira, 16 de março de 2012

Actua pelo Tua



Concentração de protesto no dia 17 de Março
Associações ambientalistas em acampamento contra a Barragem de Foz Tua

Apesar das evidências do valor patrimonial e económico do vale do Tua, a EDP e o Governo teimam em avançar com a construção da barragem de Foz Tua. Recusando-se a assistir inactivas a esta destruição, várias associações ambientalistas participarão num conjunto de acções de protesto em Foz Tua, começando a 14 de Março. por ocasião do Dia Internacional pelos Rios. Entre 10 e 18 de Março, decorrerá um acampamento pela preservação do Vale do Tua, que termina, no dia 17 de Março, numa concentração junto à barragem no dia 17 de Março, em censura pública aos seus promotores.

A barragem produziria apenas 0,1% (!!!) da energia do País, com um custo do kWh duas vezes mais caro que o sistema electroprodutor presente e dez vezes mais caro que investimentos alternativos em poupança de energia. A barragem implica a destruição de um dos mais belos rios da Europa, a possível desclassificação pela UNESCO do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial da Humanidade, a degradação da qualidade da água e a destruição de solos agrícolas, de paisagens únicas e de ecossistemas raros, bem como do potencial turístico da região, cujo exemplo mais desolador é a submersão da linha de comboio centenária do Tua.

Mais informação: http://acampamentoactua.wordpress.com/

quarta-feira, 7 de março de 2012

Investir para destruir

Plantação extensiva de eucaliptos-clone vai destruindo a floresta atlântica brasileira.

Investimento com taxas de juro entre 8 e 14%: http://intranet.greenwood-management.com/landing_page_1122.html?gclid=CJK35LG-1K4CFREPfAodx02_eQ


Este clone de eucalipto tem um crescimento rápido que em 7 anos produz carvão usado para a indústria do aço: New Eucalyptus clone developed for use in steel making

Chamam-lhe alternativa verde, porque fazem carvão a partir de árvores, mas é realmente negra porque estão a destruir a flora e a fauna nativas, a esgotar e a poluir a água, e a provocar o êxodo das populações.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A gasolina anda adulterada?

Há cerca de mês e meio que sinto nitidamente que o cheiro dos escapes é diferente, desagradável, enjoativo, áspero, semelhante ao que era antigamente... Alguém notou o mesmo?

domingo, 6 de novembro de 2011

Agir, actuar, ocupar

fonte: Público

Protesto contra construção
Activistas cortam acesso à barragem de Foz Tua
06.11.2011 - 12:10 Por Lusa


A GNR esteve no local (Foto: Miguel Silva/arquivo)

Seis activistas acorrentaram-se hoje aos portões de acesso à barragem de Foz Tua, em Alijó, em protesto contra a construção deste empreendimento, que, consideram, “vai afundar” o Douro, Património Mundial da Humanidade.

Vestidos com camisolas azuis onde se podia ler “barragens não” e com bolas negras na mão a imitar as correntes usadas pelos prisioneiros, os activistas cortaram o acesso à obra pelas 09h, impedindo que os trabalhos prosseguissem e deixando máquinas e operários parados.