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quinta-feira, 27 de junho de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
Fazer a revolução em cooperação
TORRE BELA (1975-1977) de Thomas Harlan
«Wilson – Qual é o valor da tua ferramenta? Qual é o valor da tua ferramenta?
Outro ocupante, José Quelhas – Não sei.
Wilson – É isso que tu dizes. Tudo isto é da cooperativa. Não é tua, nem
deste. Nem minha.
José Quelhas – E os outros que não trazem ferramenta nenhuma? A ferramenta é da casa deles e a minha fica da cooperativa. A minha é da cooperativa e os outros que não trouxeram nenhuma, nem querem trazê-las para não levarem descaminho e dão descaminho às dos outros.
Wilson – Dás-me licença?
José Quelhas – Sim.
Wilson – Isto tem o valor de 100 escudos. Vem para a cooperativa e a
cooperativa dá-te 100 escudos e já não é teu. É meu, é deste, é de todo o
mundo.
José Quelhas – Pode ser muito bem. Eu é que trabalho com ela. Amanhã
preciso de fazer trabalho naquilo que é meu, no bocadito que lá tenho e tenho
que comprar outra. Depois essa outra fica a ser da cooperativa. Depois vou
comprar outra e fica sempre da cooperativa. Daqui a nada, também o que eu
visto, o que eu calço, é da cooperativa. Se eu comprei...
Wilson – É isso, é isso mesmo.
José Quelhas – Amanhã, tira-me as botas, fica a ser da cooperativa e eu
fico nu.
Wilson – Se me dás licença, é essa a nossa finalidade. Tu não ficas nu, tu
ficas com mais roupa do que a que tens.
José Quelhas – Não vejo isso, não vejo nada disso».
(diálogo transcrito por José Filipe Costa, «Quando o cinema faz acontecer: o caso Torre Bela» in TRADIÇÃO E REFLEXÕES - Contributos para a teoria e estética do documentário, p.234)
Filme integral:
domingo, 20 de janeiro de 2013
SAT, um sindicato andaluz
SAT - Sindicato Andaluz de trabajadores/as: www.sindicatoandaluz.org
O SAT nasceu a 23 de Setembro de 2007 a partir de vários sindicatos ligados ao Sindicato dso Operários do Campo (SOC). Actualmente, tem mais de 20.000 membros e organiza trabalhadores principalmente agrícolas, camponeses sem terra, o que o torna o maior sindicato rural do país. Estão bem implantados na região de Sevilha e Cádiz e capazes de realizar grandes greves sectoriais e paralizações rurais. Querem a reforma agrária e justiça social. A terra a quem a trabalha. São classificados muitas vezes como de extrema esquerda, na tentativa de os criminalizar. Mas procuram apenas para ser a voz dos sem voz, ser porta-vozes das necessidades de pessoas que sofrem a tragédia do desemprego, dos despejos e da exploração extrema.
O SAT pratica essencialmente a ocupação simbólica de terras para instaurar um braço de ferro com os proprietários. Mas ocupa também das terras de forma permanente, cultivando-as em cooperativas de camponeses, cujo produto é redistribuído de acordo com as suas necessidades. Existem já há várias décadas. Têm também ocupado instalações patronais, fábricas, estabelecimentos bancários, locais da televisão pública andaluz.
Para saber mais:
domingo, 23 de dezembro de 2012
sábado, 22 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Cinema cooperativo
"MUDAR DE VIDA - José Mário Branco, vida e obra" é um documentário realizado por Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo.
Trata-se de um retrato sobre a vida e obra do músico José Mario Branco, nascido em 1942, no Porto. A rodagem começou em Abril de 2005 no concerto do seu último disco “Resistir é Vencer”. Durante estes anos, sem quaisquer apoios públicos ou privados, foram filmando em Portugal e em França. Ensaios, gravações de discos, conversas, concertos serviram de ponto de partida para retratar o artista. 7 anos. Centenas de horas.
Está em curso uma campanha de donativos para produção do filme, através da plataforma de financiamento colectivo (crowdfunding) Massivemov: http://www.massivemov.com/projectDetail.php?idProjecto=318 (até final do ano)
domingo, 18 de novembro de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Para que serve uma cooperativa
Este supermercado é gerido por votação e os clientes também são donos
Publicado em 12 Junho 2012 às 2:12 am. Tags: comércio, cooperativa, Cooppovo, distribuição, marinha grande,supermercado
Aqui não há descontos loucos, nem sofisticadas técnicas de marketing que inflamem o consumo. Privilegiam-se os produtos portugueses e as margens de lucro são as estritamente necessárias para garantir o funcionamento da empresa. Mais: neste supermercado, os clientes são também donos.

Vítor Santos (presidente) e Marlene Moiteiro (vogal) da direção da Cooppovo, sublinham que se privilegia a venda de produtos de origem nacional (fotografia: Joaquim Dâmaso)
Para poder consumir neste supermercado e lojas adjacentes, só mesmo sendo “dono” da Cooppovo – Cooperativa de Consumo do Povo
da Marinha Grande, a única cooperativa de consumo do distrito de Leiria. Acresce que os dirigentes não são remunerados e as decisões são tomadas de acordo com a vontade da maioria da direção, depois de uma votação.
da Marinha Grande, a única cooperativa de consumo do distrito de Leiria. Acresce que os dirigentes não são remunerados e as decisões são tomadas de acordo com a vontade da maioria da direção, depois de uma votação.
“Já fui várias vezes vencido e nunca usei o meu voto de qualidade, mas depois têm de me provar que estava errado”, revela Vítor
Santos, presidente da direção da Cooppovo.
Santos, presidente da direção da Cooppovo.
Sem apostar no lucro, mas concentrada numa exigente negociação dos preços, esta cooperativa “é competitiva”, assegura o dirigente, ex-sindicalista que durante quatro décadas trabalhou para uma empresa do patrão do comércio a retalho, Belmiro de Azevedo.
Uma experiência que marca a forma como pretende dirigir a cooperativa, sobretudo procurando não seguir o exemplo com que conviveu, confessa.
Vítor Santos e a sua equipa, chegaram à direção da Cooppovo há pouco mais de um ano. Uma das prioridades foi reunir com os sindicatos, efetuar as promoções devidas aos funcionários, e avançar com os aumentos salariais possíveis, visando melhorar a situação sobretudo daqueles que eram pior remunerados.
Entre os 55 funcionários, o salário mais baixo é de 500 euros, explica. A motivação, acompanhada de responsabilização, são princípios que a equipa diretiva decidiu privilegiar.
E parece estar a resultar: as vendas estão a crescer, adianta a direção.
Leia a notícia na íntegra na página 9 da edição de 1 de junho do Região de Leiria.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Não se pode despejar uma ideia
Câmara suspende despejo do movimento da Escola da Fontinha
Fonte: Porto24.pt, 22:19 - 13.03.2012, por Maria João Brum
A Es.Col.A, o projecto comunitário que tem como objectivo dinamizar a zona da Fontinha, no Porto, vai manter-se nas instalações da Escola do Alto da Fontinha.
A suspensão do despejo da Es.Col.A, Espaço Colectivo Autogestionado do Alto da Fontinha, foi aprovada na reunião camarária desta terça-feira, graças à abstenção da maioria PSD/CDS.
À saída da reunião, privada, Pedro Carvalho, vereador da CDU, afirmou aos jornalistas que vai haver uma “reunião em breve com os promotores”.
A Câmara do Porto tinha dado ordem ao movimento para desocupar a antiga escola primária até dia 31 de Março.
Fonte: Porto24.pt, 22:19 - 13.03.2012, por Maria João Brum
A Es.Col.A, o projecto comunitário que tem como objectivo dinamizar a zona da Fontinha, no Porto, vai manter-se nas instalações da Escola do Alto da Fontinha.
A suspensão do despejo da Es.Col.A, Espaço Colectivo Autogestionado do Alto da Fontinha, foi aprovada na reunião camarária desta terça-feira, graças à abstenção da maioria PSD/CDS.
À saída da reunião, privada, Pedro Carvalho, vereador da CDU, afirmou aos jornalistas que vai haver uma “reunião em breve com os promotores”.
A Câmara do Porto tinha dado ordem ao movimento para desocupar a antiga escola primária até dia 31 de Março.
terça-feira, 6 de março de 2012
Vantagens das cooperativas
- Uma cooperativa é uma empresa SEM fins lucrativos.
- Ou seja, os seus fins são "satisfazer necessidades e aspirações" dos seus membros, chamados cooperadores.
- Os "lucros" chamam-se "excedentes" e são distribuídos pelos cooperadores (na proporção da sua contribuição).
- Os excedentes também podem ser aplicados no ano seguinte, sem pagar imposto; ou investidos em formação.
- As decisões são tomadas democraticamente: cada cooperador tem direito a um voto.
- Os cooperadores elegem uma direcção, que presta contas directamente aos cooperadores.
- As cooperativas tinham (até há um ano José Sócrates ter permitido criar empresas com 1 euro!) um capital social mais baixo que as empresas : 2500 euros ou 250 euros, conforme o ramo.
- As cooperativas têm ISENÇÃO de IRC, quando 75% dos cooperadores sejam trabalhadores e 75% dos trabalhadores sejam cooperadores; ou em certos ramos, como agricultura, cultura, consumo, habitação e construção e solidariedade social.
- Uma cooperativa pode ser formada por um número mínimo de 5 pessoas.
- A contribuição mínima legal de adesão de cada cooperador é de 15 euros.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Ocupar, resistir, produzir
A experiência argentina depois da crise de há uma década.
Os trabalhadores tomaram as fábricas e voltaram a produzir.
Organizados em cooperativas, sem patrões.
Cada pessoa um voto. Todos ganham o mesmo.
Os trabalhadores tomaram as fábricas e voltaram a produzir.
Organizados em cooperativas, sem patrões.
Cada pessoa um voto. Todos ganham o mesmo.
quinta-feira, 1 de março de 2012
2012 - Ano Internacional das Cooperativas
PRINCÍPIOS E VALORES
O cooperativismo está fundamentado em sete princípios, a partir dos quais leva seus valores à prática. São eles:
1. Adesão voluntária;
2. Gestão democrática;
3. Participação económica dos membros;
4. Autonomia e independência;
5. Educação, formação e informação;
6. Intercooperação;
7. Interesse pela comunidade.
de http://www.ano2012.coop.br/default.php?p=texto.php&c=principios_e_valores
domingo, 4 de dezembro de 2011
Empresa sem crise
Não têm dívidas, os lucros são distribuídos pelos empregados, não têm cortes:
Empresa de Palmela pagou o subsídio de Natal completo aos 24 funcionários
02.12.2011 15:13
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/article1045410.ece
Empresa de Palmela pagou o subsídio de Natal completo aos 24 funcionários
02.12.2011 15:13
http://sicnoticias.sapo.pt/economia/article1045410.ece
quinta-feira, 3 de março de 2011
O que é uma cooperativa?
«As cooperativas são pessoas colectivas autónomas, de livre constituição, de
Sonhar é Fácil, Perdigão Queiroga, 1951.
As cooperativas são, portanto, empresas que são propriedade dos seus trabalhadores. São protegidas por legislação própria e benefícios fiscais e económicos específicos, não podendo ser discriminadas em relação a empresas do mesmo sector no acesso a fundos públicos e outros concursos.
Princípios cooperativos: http://www.inscoop.pt/Inscoop/sectcooperativo/identidadecooperativa.html
ou http://www.cases.pt/cooperativas/identidade-cooperativa
Ramos do sector cooperativo:
a) Consumo;
b) Comercialização;
c) Agrícola;
d) Crédito;
e) Habitação e construção;
f) Produção operária;
g) Artesanato;
h) Pescas;
i) Cultura;
j) Serviços;
l) Ensino;
m) Solidariedade social
Organização
Uma cooperativa tem uma organização democrática, elegendo a sua direcção por períodos de 4 anos. Os seus membros tomam decisões conjuntas em Assembleia Geral, decidem da admissão de novos cooperadores, aprovam o Plano de Actividades e as contas.
O número mínimo de membros é de 5 cooperadores. A participação mínima de cada cooperador é de 15 euros. Cada cooperador é livre de abandonar a cooperativa quando quiser.
Na sua composição mínima (e até 20 cooperadores) uma cooperativa precisa de um director, um presidente do conselho fiscal, e um presidente da mesa da assembleia geral.
Uma cooperativa funciona também como estrutura fiscal que pode emitir facturas, pagar despesas e remunerar os seus membros cooperadores, na proporção das suas contribuições e/ou trabalho.
Capital e benefícios fiscais
O capital social mínimo de uma cooperativa - dos ramos de produção operária, artesanato, cultura e serviços - é de 250 euros (ver código cooperativo). Nos restantes ramos, é de 2500.
Uma cooperativa não tem fins lucrativos (ao contrário das empresas). Os "excedentes" retornam aos cooperadores ou são investidos no ano seguinte. O IRC das cooperativas (20%) é menor dos que o das empresas (25%). Estão isentas de IRC: as cooperativas agrícolas, as cooperativas culturais, as cooperativas de consumo, as cooperativas de habitação e construção e as cooperativas de solidariedade social. Estão ainda isentas de IRC as cooperativas dos demais ramos do sector cooperativo, desde que, cumulativamente, 75% das pessoas que nelas aufiram rendimentos do trabalho sejam membros da cooperativa e 75% dos membros da cooperativa nela prestem serviço efectivo (Estatuto Fiscal Cooperativo, artigo 13º).
Na prática diária, cada cooperador, ou grupo de cooperadores, pode gerir o seu trabalho, contactos, orçamento, despesas, remunerações, calendários, etc.
A cooperativa pode fazer retenção de IRS, contribuições para Segurança Social, precisando dos serviços de um contabilista para ter contabilidade organizada.
A Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (ex-Instituto António Sérgio) - http://www.inscoop.pt ou http://www.cases.pt - tutela e presta apoio ao Sector Cooperativo.
Documentos:
Modelo de Estatutos
Estatuto fiscal cooperativo / aqui actualizado
Documentos legislativos:
http://www.inscoop.pt/inscoop/sectcooperativo/legislacaodownloads.html
História do sector cooperativo: http://www.oroc.pt/revista/detalhe_artigo.php?id=29
Exemplos de cooperativas
Le Monde Diplomatique, edição portuguesa
Prima Folia CRL
capital e composição variáveis, que, através da cooperação e entreajuda dos seus
membros, com obediência aos princípios cooperativos, visam, sem fins lucrativos, a
satisfação das necessidades e aspirações económicas, sociais ou culturais daqueles».
(in Artigo 2º do Código Cooperativo / aqui actualizado)
Sonhar é Fácil, Perdigão Queiroga, 1951.
As cooperativas são, portanto, empresas que são propriedade dos seus trabalhadores. São protegidas por legislação própria e benefícios fiscais e económicos específicos, não podendo ser discriminadas em relação a empresas do mesmo sector no acesso a fundos públicos e outros concursos.
Princípios cooperativos: http://www.inscoop.pt/Inscoop/sectcooperativo/identidadecooperativa.html
ou http://www.cases.pt/cooperativas/identidade-cooperativa
Ramos do sector cooperativo:
a) Consumo;
b) Comercialização;
c) Agrícola;
d) Crédito;
e) Habitação e construção;
f) Produção operária;
g) Artesanato;
h) Pescas;
i) Cultura;
j) Serviços;
l) Ensino;
m) Solidariedade social
Organização
Uma cooperativa tem uma organização democrática, elegendo a sua direcção por períodos de 4 anos. Os seus membros tomam decisões conjuntas em Assembleia Geral, decidem da admissão de novos cooperadores, aprovam o Plano de Actividades e as contas.
O número mínimo de membros é de 5 cooperadores. A participação mínima de cada cooperador é de 15 euros. Cada cooperador é livre de abandonar a cooperativa quando quiser.
Na sua composição mínima (e até 20 cooperadores) uma cooperativa precisa de um director, um presidente do conselho fiscal, e um presidente da mesa da assembleia geral.
Uma cooperativa funciona também como estrutura fiscal que pode emitir facturas, pagar despesas e remunerar os seus membros cooperadores, na proporção das suas contribuições e/ou trabalho.
Capital e benefícios fiscais
O capital social mínimo de uma cooperativa - dos ramos de produção operária, artesanato, cultura e serviços - é de 250 euros (ver código cooperativo). Nos restantes ramos, é de 2500.
Uma cooperativa não tem fins lucrativos (ao contrário das empresas). Os "excedentes" retornam aos cooperadores ou são investidos no ano seguinte. O IRC das cooperativas (20%) é menor dos que o das empresas (25%). Estão isentas de IRC: as cooperativas agrícolas, as cooperativas culturais, as cooperativas de consumo, as cooperativas de habitação e construção e as cooperativas de solidariedade social. Estão ainda isentas de IRC as cooperativas dos demais ramos do sector cooperativo, desde que, cumulativamente, 75% das pessoas que nelas aufiram rendimentos do trabalho sejam membros da cooperativa e 75% dos membros da cooperativa nela prestem serviço efectivo (Estatuto Fiscal Cooperativo, artigo 13º).
Qual a vantagem para cada cooperador?
Poder, por exemplo, cobrar um trabalho através (de factura) da cooperativa, descontar as despesas (transportes, material, alimentação), ser remunerado como trabalhador (dependente ou independente) e ainda remunerar terceiros. Ou seja, desenvolver os seus projectos próprios com acesso uma estrutura fiscal adequada às trocas laborais.
A cooperativa pode fazer retenção de IRS, contribuições para Segurança Social, precisando dos serviços de um contabilista para ter contabilidade organizada.
Passos para criação de uma cooperativa:
1. Requerer Certificado de Admissibilidade de Denominação/NIPC - Número de Identificação Colectiva, no Registo Nacional de Pessoas Colectivas (RNPC).
2. Reunir a Assembleia de Fundadores, composta, no mínimo, por 5 pessoas e aprovar os Estatutos.
3. O registo é feito em qualquer Conservatória do Registo Comercial.
4. Início de actividade, a apresentar, com a assinatura de um TOC, em qualquer Repartição de Finanças
5. Inscrição na Segurança Social.
Custo total: por instrumento particular: 545 euros; ou por escritura pública: 470 + custos notariais
Ver também aqui: http://www.cases.pt/cooperativas/constituir-cooperativa
Ver também aqui: http://www.cases.pt/cooperativas/constituir-cooperativa
Documentos:
Modelo de Estatutos
Estatuto fiscal cooperativo / aqui actualizado
Documentos legislativos:
http://www.inscoop.pt/inscoop/sectcooperativo/legislacaodownloads.html
História do sector cooperativo: http://www.oroc.pt/revista/detalhe_artigo.php?id=29
Exemplos de cooperativas
Le Monde Diplomatique, edição portuguesa
Prima Folia CRL
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